Dra. Bárbara Zequinimedicina felina e psiquiatria
Currículo

Escolhi uma espécie só.

Me formei em medicina veterinária pois sempre amei os animais e cresci em meio a eles.

Ainda durante a graduação, percebi que os gatos não eram compreendidos — chegavam assustados, eram contidos à força, saíam piores, e o tutor demorava mais um ano para voltar.

Em 2021 parei de atender cães. Desde então minha rotina é só para gatos, o que muda coisas pequenas e decisivas.

Hoje, meu trabalho é traduzir o mundo felino para os responsáveis e transformar o atendimento em uma experiência respeitosa, onde o bem-estar mental do gato vem em primeiro lugar. Afinal, cuidar de um gato é, antes de tudo, aprender a respeitá-lo.

Retrato de Dra. Bárbara Zequini
Em números
formatura
2018
só felinos
desde 2021
consultas felinas
+10.200
janela por consulta
até 90 min

CRMV-SP 45557

Um número que eu prefiro publicar

Cerca de 1 em cada 5 gatos acima dos 10 anos que chegam para a primeira consulta comigo já tem doença renal em estágio 2 ou pior — descoberta nos exames que eu peço depois dessa conversa, sem nenhum sinal que o tutor tivesse notado. Não é culpa do tutor: é o que acontece quando a espécie evoluiu para esconder doença e a rotina de check-up não acompanha isso. Publico esse número porque ele é o argumento inteiro do acompanhamento contínuo.

Formação

Onde a especialização foi construída

  1. 2018

    Bacharel em Medicina Veterinária

    Universidade Paulista / Centro Universitário Max Planck

  2. 2020

    Curso de Medicina Felina

    Equalis

  3. 2023

    Pós-graduação em Clínica Médica de Felinos

    Equalis

  4. Desde 2021

    Membro da Academia Brasileira de Clínicos de Felinos (ABFel)

  5. Desde 2025

    Membro da Associação Brasileira de Medicina Veterinária Comportamental (ABMeVeC)

  6. 2026

    Pós-graduação em Psiquiatria de Felinosem andamento

    Centro de Ensino em Psiquiatria Veterinária (CEPV)

Como eu penso a consulta
1

O gato em casa é o gato de verdade

A consulta precisa de tempo para ser realizada de forma adequada, permitindo avaliar o gato em seu ambiente, sem a presença de uma pessoa estranha, e mantendo seu comportamento.

2

Dor é o diagnóstico mais perdido

O gato idoso que 'ficou quietinho' quase nunca ficou quietinho. Ele parou de pular porque dói pular.

3

O tutor faz parte do tratamento

Quem dá o comprimido, faz a fluidoterapia e observa o pote de água é você. Um plano que não cabe na sua rotina é um plano que não vai acontecer.

Consulta sem caixa de transporte

online, por vídeo-chamada

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